terça-feira, 20 de agosto de 2013

“é aquele velho sentimento que sempre corrói o peito, que me deixa fraco, que me deixa no baixo astral. 
Contudo, crio uma certeza que até bipolar sou. Mas sei que isso não vem ao caso. Me desfaço. quero um abrigo em um outro peito, quero um amor que seja verdadeiro, e que vá de janeiro à janeiro, até meu coração estourar por ter muito amor para doar. 
Quero sorrisos sinceros, amigos singelos e inimigos belos.
 Na chuva quero ser nu, no sol quero ser abstrato, no vento quero ser liso e no frio quero ser testado para poder saber se, pelo amor, a gente aguenta as profundezas quando temos alguém do nosso lado.”

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